“Não sou o que escrevo, sou o que tu sentes ao ler-me...”

terça-feira, 19 de julho de 2011

é dificil .


Não importa onde, quando, e como. Acabam sempre por se voltar a encontrar. Tal como sempre me disseram "aquilo que é realmente nosso acaba sempre por voltar." podem passar eternidades, até se podem cruzar no último minuto de vida, mas cruzam-se. Quando menos pensamos que não o vamos ver, essa pessoa aparece. Quando menos pensamos que nos vamos falar, essa pessoa dá sinal de vida. Quando mais pensamos que ninguém nos vai apoiar quando erramos de verdade, essa pessoa vai estar lá. Só pelo simples facto de ser a pessoa que melhor nos conhece, que mais nos deseja. É o nosso porto de abrigo. o abraço é aquilo que mais segurança e estabilidade nos transmite. às vezes faz bem pegar em velhas histórias e começar a reler do início, pegar no final de dar-lhe uma continuação. o fim, só é realmente o fim quando queremos e acreditamos de verdade. virar a página é uma coisa, esquecer é outra. e esta página, acho que nunca a vou virar e muito menos esquecer. 


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