“Não sou o que escrevo, sou o que tu sentes ao ler-me...”

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Verbo Ser.


Quem sou eu?

Uma boa pergunta para fazermos diariamente.

Eu podia dizer tantas coisas.... Às vezes sou engraçada, outras vezes sou séria... Sou menina, quase uma criança... e outras vezes sou Mulher!
Sou complicada e indecisa, outras vezes resolvo tudo e nem paro para pensar. Gosto demais das pessoas, mas tenho momentos que me decepciono exageradamente... renegando a humanidade!
Gosto que me dêem atenção, mas tenho momentos que nem quero que ninguém me veja... se possível quero desaparecer!
Às vezes quero tudo ao mesmo tempo, outras vezes não quero nada!
Sou impaciente com o mundo, quero que tudo se resolva rápido, outras sou tranquila, o mundo pode acabar e eu nem me apercebo...
Eu choro, fico triste, outras vezes acho piada a tudo e rio às gargalhadas.
Às vezes oiço e falo coisas que não queria, outras tapo os ouvidos e calo a minha boca.
Sinto saudades, e no momento a seguir penso que o que tiver que ser será... Acredito que coincidências acontecem, mas outras vezes acredito no destino.
Dou asas à minha imaginação e sonho mais alto que o normal.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Carta

Querida Maria,
Não podemos continuar com esta relação.
A distância que nos separa, é demasiado longa.
Tenho que admitir que tenho sido infiel já por duas vezes desde que foste embora e acredito que nem tu, nem eu merecemos isto!
Portanto, penso que é melhor acabarmos tudo!
Por favor, manda-me de volta a foto minha que te enviei.
Com Amor,
João.

Maria recebeu a carta e, muito magoada, pediu a todas as suas colegas que lhe emprestassem fotos dos seus namorados, irmão, amigos, tios, primos, etc…
Juntamente com a foto de João, colocou todas as outras fotos que conseguiu recolher com as suas colegas, num envelope.
No envelope que enviou ao João estavam 57 fotos juntamente com uma nota que dizia:

Querido João,
Peço desculpas, mas não me consigo lembrar de quem tu és! Por favor, procura a tua foto no envelope e envia-me de volta as restantes!
Com Carinho, muito amor… Maria.

Moral da História??